Arquivo do mês: outubro 2014

TerrorCult: retoma ensaios com novos integrantes

Após exatamente 5 anos em pausa, a banda TerrorCult (death/thrash) de Fernandópolis retomou os ensaios neste último domingo 19/10 com dois novos integrantes: João Paulo (bateria) e Lucas (baixo), (ambos ex-integrantes da banda Insanity Hate – Death Metal/Votuporanga). O curioso é que os ex-integrantes da TerrorCult também possuíam os mesmos nomes “João Paulo e Lucas”, e também baterista e baixista.

Segundo o vocalista e guitarrista Junior a banda havia terminado pelos famosos problemas internos, “…discutimos antes do show começar, em cima do palco, e quando terminamos de tocar a banda acabou… foi meio que instantâneo” afirma Junior. O último show da banda foi dia 17/10/2009 (há exatamente 5 anos), em Fernandópolis, quando abriram para o Genocídio.

Depois deste período de interrupção dos ensaios, entre outubro de 2009 e outubro de 2014, o grupo que neste ano completa 17 anos como expoente do death/thrash metal interiorano planeja inovações no repertório e o entrosamento preciso dos novos membros. “Agora, pretendemos lapidar as músicas antigas, terminar algumas inacabadas e cair na estrada novamente!” Conta Junior.

A banda já planejava retorno das atividades há um bom tempo, mas por vários motivos acabou demorando mais que o previsto. “A ideia da volta foi basicamente porque eu, o Lucas e o João estávamos fazendo um som, sem maiores pretensões, daí algumas pessoas começaram a pedir pela volta do TerrorCult. Eu comentei com eles, e eles disseram: “então vamos voltar!!!”” Explica Junior.

A banda começou a tocar em 97 e possui uma única demo, intitulada BONEBREAKER. Já tocaram em vários estados, abriram shows de bandas consagradas no underground, como Nervochaos, Oligarquia, Scraper Head, Vulcano, Clawn.

vídeo da antiga formação: https://www.youtube.com/watch?v=u3FN0Y6R2E4

Video do ensaio de retorno: https://www.youtube.com/watch?v=u4DNGge2hhE&feature=youtu.be

Foto da antiga formação.

Foto da antiga formação.

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NERVOCHAOS: Anuncia futuro lançamento de box comemorativo de 20 anos e CD de inéditas

O festival “Hecatomb Metal Fest” (promovido pela Hécate Produções), trouxe para São José do Rio Preto/SP, no dia 11/10, entre outras, a banda paulistana Nervochaos. O público presente, em bom número, pôde se deliciar com um massacre sonoro produzido pelas bandas. Em meio a essa avalanche de destruição, conversamos com Edu Lane (baterista e fundador do NERVOCHAOS), e você confere nosso papo na sequencia:

10641207_699172833498723_7770427831329138503_n* O Nervochaos começou pela TUMBA RECORDS, passou pela DESTROYER e atualmente está na COGUMELO RECORDS. Qual o motivo para as mudanças de gravadoras? Como é estar em uma gravadora como a Cogumelo? Um contrato com a cogumelo pode ser considerado como um “status” a mais por conta do selo ter um nome forte na cena?

(Edu) Sempre buscamos o melhor para a banda e a TUMBA teve um papel essencial para o NERVOCHAOS. Mudamos para DESTROYER no nosso 2o CD “Legion of Spirits Infernal” mas não ficamos satisfeitos com o trabalho do selo e optamos por voltar a TUMBA. Quando surgiu a oportunidade de assinar com a COGUMELO soubemos que teríamos a oportunidade de fazer parte de um selo de renome, com uma excelente distribuição, não apenas no Brasil mas nos EUA também. A parceria com a COGUMELO tem rendido bons frutos e estamos muito satisfeitos com o trabalho deles. Já estamos com eles faz 3 anos, temos 3 lançamentos e acreditamos que eles também estão contentes conosco. Não acredito que selo de um “status”, creio que o “status” vem como reconhecimento pelo bom trabalho efetuado, tanto para a banda, como para o selo.
* Vocês já viajaram pelo mundo em turnê. Conhecer diferentes lugares pode influenciar o trabalho de vocês? Em relação aos shows, já ultrapassaram a marca de 60 shows da turnê de 2010?

(Edu) Com certeza, na minha opinião, a melhor parte de estar em uma banda é poder viajar e conhecer lugares/pessoas. Isso certamente nos influencia na hora de compor. Com relação aos shows, sim, conseguimos superar a tour de 2010/2011, que foi do “Battalions of Hate” já com a tour do “To The Death” (2012/2013), onde fizemos 129 shows. Agora com a nova turnê, estamos trabalhando para superar a anterior, e este ano já conseguimos fazer 100 shows. Esta turnê deve rolar até o fim do ano que vem, então iremos superar a turnê anterior com toda certeza.

* O primeiro álbum era mais crossover, misturavam death, grind, thrash e hardcore, com letras mais politizadas. Depois começaram fazer death metal com temática mais satânica e gore, mantendo o padrão de brutalidade, mostrando que é possível inovar, evoluir mantendo as origens. Como vocês interpretam a diferença da sonoridade da banda do início da carreira para o que fazem agora?

(Edu) Realmente o nosso 1o CD “Pay Back Time” é mais para o Thrash Metal com pitadas de Crossover. Nunca fomos uma banda politizada, mas no 1º álbum a temática era mais voltada para a dura realidade do dia-a-dia, temas do cotidiano e algo de satanismo. Eu vejo todos os nossos lançamentos de uma forma importante e essencial para chegarmos onde chegamos atualmente. A cada álbum é nítida a evolução da banda mas sempre sem deixar de ser fiel a nossa proposta. Houveram também as mudanças de formação que sempre trazem novas influencias e bagagens para a sonoridade da banda. Atualmente acredito que conseguimos atingir a nossa própria sonoridade e conseguimos evoluir como músicos e como banda, tendo composições mais variadas, músicas mais fortes e sem se prender a rótulos pré-estipulados, navegamos livremente entre as diversas vertentes da música extrema e fazemos apenas aquilo que gostamos.

10702009_699174060165267_9153763591440001292_n* Vocês tiverem algumas mudanças de integrantes ao longo da carreira. Vocês acreditam que a mudança de formação tem a ver com a mudança do som ao longo do tempo? Eles saíram por conta das mudanças no estilo de som e temática das letras ou as mudanças aconteceram porque eles saíram?

(Edu) Sinceramente, apenas um ou outro saiu por mudança/evolução na sonoridade ou na temática da banda, acredito que foram duas pessoas. O restante, ou seja, a grande maioria acabou saindo por fatores externos mesmo, como namorada/mulher ou pela falta de dedicação e comprometimento com a banda. Cada novo integrante traz sangue novo, ideias novas mas a banda sempre permaneceu fiel a sua proposta e sempre buscamos a nossa própria sonoridade. O que eu acredito que faz uma boa diferença é uma formação estável e o aumento na frequência de shows, que faz com que a banda amadureça e fique extremamente entrosada. Torço muito para que não tenhamos nenhuma mudança de formação, mas isso apenas o tempo ira dizer. O que eu posso afirmar é que jamais desistirei da banda e sempre vou levar para frente esta horda.

* Apesar de vinis e fitas k7 serem considerados “ultrapassados” por muita gente, o público underground e muitos fãs e colecionadores ainda preferem, principalmente vinis. Vocês acreditam que o som dos vinis “potencializa” as raízes do death metal? E a proposito, desde 2004 vocês não lançam nenhum k7 nova. Não pretendem lançar mais?

(Edu) Atualmente os formatos de vinil e k7 são algo mais ‘cult’ mesmo, se bem que o vinil tem voltado com força total. Certamente ha uma diferença na sonoridade do vinil para com o CD e não apenas a sonoridade mas a parte gráfica também. Com a pirataria forte e os ‘downloads’ de internet, vejo o vinil se popularizando novamente cada vez mais. Temos o nosso álbum “To The Death” lançado em formato de vinil e lançamos 3 demo-tapes (1996, 2000 e 2004) em k7 no passado. Não pretendemos lançar mais k7, mas o formato em vinil sim.

* Em 2016 vocês comemorarão 20 anos de carreira. Já pensam em algo ou já fazem planos para essa comemoração?

(Edu) Sim, pretendemos lançar um box de 20 anos com um conteúdo bem bacana para os fãs da banda. Também devemos fazer uma turnê especial, com um setlist especial de 20 anos e promovendo o box. Se tudo der certo, além do box teremos também, um novo álbum de musicas inéditas neste mesmo ano, então será um ano repleto de novidades e boas surpresas para os fãs da banda.

997072_699172020165471_192289616114007812_n* Vocês conquistaram muitos fãs em Rio Preto em 97, quando tocaram com o Krisiun, no saudoso OLARIA. Como se sentem em colaborar com a cena e influenciar os seguidores antigos além de novas gerações, mantendo vivo o cenário underground?

(Edu) Para gente é uma enorme satisfação e uma grande honra saber disso. Sempre tivemos forte laços com a cena underground e poder retornar para cidades como São Jose do Rio Preto/SP e perceber o quanto a cena evoluiu desde 97 é realmente muito gratificante. Esperamos continuar voltando para região sempre e cada vez com mais frequência.

* Qual o motivo da iniciativa do CD novo vir juntamente com um DVD? Seria como uma “recompensa” ou “algo a mais” para os fãs que compram o cd?

(Edu) Queríamos fazer algo especial para este novo CD, em especial para os fãs da banda e optamos por incluir um DVD de bônus na primeira prensagem. Esse DVD é uma continuação do que começou no box-set “17 Years of Chaos”. Quando concluímos o box-set percebemos que ainda tínhamos muito material interessante e dai resolvemos fazer esse DVD, que conclui esse ciclo iniciado no box-set. No DVD também incluímos de bônus, dois shows na integra, e também, gravação e entrevista sobre o novo CD e sobre os tributos.

Alguns dos álbuns do Nervochaos. Foto cedida pelo amigo e fã da banda Junior Moreira.

Alguns dos álbuns do Nervochaos. Foto cedida pelo amigo e fã da banda Junior Moreira.

* E a cerveja comemorativa da banda (American Pale Ale) como surgiu essa ideia? Ela é apenas vendida nos shows? Como os fãs devem fazer para conseguir comprar a distância?

(Edu) A ideia e a iniciativa foi do nosso baixista, o Felipe. Ele fez a cerveja de forma comemorativa e temos levado em alguns shows para venda. As pessoas interessadas em adquirir a cerveja, devem entrar em contato com ele pelo facebook.

nervochaos_cerveja* Em 2010 estavam lançando nos EUA e Canadá pela Ibex Moon Records e na argentina pela Pacheco Records. O lançamento de vocês no mercado europeu atualmente também é feito pela Cogumelo?

(Edu) Na verdade, tivemos o nosso 3º CD “Quarrel in Hell” lançado nos EUA pela IBEX MOON. Desde que estamos na COGUMELO, a nossa gravadora nos EUA passou a ser a GREY HAZE. Tivemos o “To The Death” e o “The Art of Vengeance” lançados por lá. Infelizmente ainda não temos uma gravadora na Europa para conseguirmos distribuir melhor o nosso material.

* De toda a história da banda, qual é o período do qual vocês mais se orgulham?

(Edu) No meu ponto de vista, tudo que vivemos ate hoje é extremamente importante e me orgulho demais. Todos os lançamentos que fizemos, todas as turnês, todos os obstáculos vencidos, enfim, tudo isso é/foi fundamental para chegarmos onde estamos hoje. Estamos numa constante busca pela evolução como músicos e como banda e acredito estarmos no caminho certo. Me orgulho de tudo nestes 18 anos de banda.

* Agradeço imensamente pela entrevista. Deixe uma mensagem para os fãs:
(Edu) Muito obrigado pela excelente entrevista, pelo apoio e pelo espaço cedido a banda. Esperamos voltar em breve para a região e quem quiser acompanhar mais sobre a banda, visite www.nervochaos.com.br

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Links:

www.nervochaos.com.br

www.facebook.com/NervoChaos

Fotos de Junior Moreira (TerrorCult)

Agradecimentos: Edu Lane, Barbara Richard Rozani e também ao colaborador Junior TerrorCult.


Entrevista: MÁRMORE DE CARRARA em “versão unplugged”

A banda Mármore de Carrara de Rio Preto (12 anos de carreira) realizou em maio a primeira captação de um show acústico da banda para a gravação do mais novo DVD que será lançado em breve. O show versão unplugged ocorreu sexta-feira, 30 de maio, no espaço cultural da companhia Fábrica de Sonhos.

Com repertório autoral e releituras que vão de Hallelujah de Leonard Cohen até Georgia on my mind de Ray Charles, por exemplo, (que são mais puxadas pro jazz). O novo álbum chamará “Mármore de Carrara Acústico” e contou com banda de apoio, violões, piano, além de três backing vocals. A captação das imagens foi da produtora Cinemacaco.

Confira na sequência uma entrevista exclusiva e conheça detalhes da carreira desta banda que prestigia nossa região com muito rock-in-roll de qualidade.

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– O que significa Mármore de Carrara? Nos conte sobre o significado deste nome para vocês.

Mármore de Carrara é famoso desde a Roma antiga. Foi sempre usado pelos grandes escultores para exemplificar sua grandiosa arte. Rock em inglês é pedra. A pedra mais bela e pura de todas, para nós, é o Mármore de Carrara. Ou seja, estamos esculpindo nossa arte.

– Inicialmente qual foi a ideia da banda? Como ela surgiu?

Lucas: Eu sempre gostei muito de ler e escrever. Comecei muito cedo nisso. Assim como na música, desde criança. Todo mundo que escreve sente uma necessidade gigante de se expressar, de colocar pra fora. A banda surgiu dessa necessidade. Quando as músicas de outros já não me completavam como antes, eu resolvi fazer as minhas próprias. Coloquei no jornal um anúncio procurando músicos para fazer parte de banda autoral. Apareceu uma galera, e após tocarmos juntos, nascia a Mármore de Carrara. Algumas deserções depois, muita gente seguiu caminhos diferentes, e a banda esteve um tempo parada. Até que encontrei Raphael Lanfredi, um dos melhores guitarristas que já vi tocar, e um dos caras que mais me “pilhou” a voltar com a banda. E estamos aí até hoje, tentando fazer rock do bom e do melhor pra galera.

– Existe alguma musica favorita entre vocês ou alguma em que vocês notam que o público se empolga mais quando tocam ao vivo?

Ah, sem dúvida, Perfumaria é uma canção pedida por fãs de todas as idades. Mas retratar as preferidas dos integrantes fica um pouco complicado. Depende do momento. Em nossas canções, as letras são muito importantes, e este, acaba sendo o grande diferencial da Mármore. Portanto, cada letra retrata um momento que passamos.

– Soube que estão gravando musicas novas e que já têm um CD novo engatilhado para outubro. O que podemos esperar deste novo álbum e dos projetos da banda agora em 2014?

O que vocês podem esperar é, sem dúvida, o melhor trabalho da banda até aqui. São canções de dinâmicas e influências muito diferentes, sem sair da nossa praia, que é o rock. Nosso público já está acostumado com nosso jeito de fazer música. Cantam conosco e se identificam. Esperamos que isso aconteça também neste novo álbum.

– Em suas letras (próprias) vocês tratam de assuntos relacionados ao direcionamento de novos rumos de vida, o que faz parte da filosofia estradeira.

Uma composição é feita por experiências. Senão ela se torna jingle, e não arte. As nossas letras falam sobre a vida, de uma maneira geral. Na estrada é onde ganhamos essas experiências de vida. A banda é uma banda de estrada, sempre foi. Gostamos de fazer shows e criar novos fãs e novos amigos. Voltando à questão das letras, há momentos de excesso nessa vida estradeira em que temos que gritar, outras horas precisamos nos abrir, e ainda existem momentos que precisamos de um tempo de introspecção. Esse é o principal. Aquele que nos faz descobrir quem realmente somos e o que estamos fazendo aqui. Aquele que se indigna e pede por um pouco de paz. As canções da Mármore são assim. Repletas de vida, e cada um que nos ouve sabe o que isso quer dizer.

– Em 2004 e 2005 a Revista Clube Rock de Recife/PE elegeu vocês como a maior banda de Hard Rock do Brasil. Como vocês reagiram a isso e como vocês interpretam o maior sucesso da banda no nordeste?

Foi uma felicidade tremenda. Até pelo momento em que a banda vivia, isso pesou muito tempo em nós. Mas hoje eu prefiro dispensar os títulos. Nós somos uma banda de rock. Temos o que dizer e, graças a Deus, temos quem nos ouça. A respeito do sucesso no nordeste, esse reconhecimento é sempre bem vindo. Nós sabemos da qualidade de público da região nordeste do país, tanto é que de lá saíram grandes nomes da música em geral. Saímos na revista Rock Meeting, e, a partir daí estamos sempre em contato com o público de lá, que nos recebe de braços abertos. Para nós é emocionante.

– Como foi tocar no Barretos Motorcycles e na Festa do B.O em 2011?

O motociclismo sempre fez parte de nossas vidas pessoais. Todos somos apaixonados por motos desde crianças. Somos uma banda de rock, já é de se esperar isso. Mas no nosso caso é a pura realidade. Somos aficionados. Porra, tocar nesses dois eventos é sempre rejuvenescedor e extremamente gratificante. Tem muita gente que não sabe como são os grupos. Só conhecem a fama de motociclistas por filmes clichês que costumam retratar aqueles caras mal encarados e inconsequentes. Mas a realidade é que Moto Clubes são grupos de pessoas apaixonadas por motos, e o ambiente é o mais familiar possível. Estamos sempre presentes e somos amigos de todos.

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– O Hard Rock é a única estrada seguida por vocês? Ou também tocam outros estilos?

Na verdade a Mármore de Carrara é uma banda de Rock. Gostamos de música de qualidade, dentre todos os estilos. E navegamos entre os mares do rock, tentando fazer o melhor som possível.

– Vocês quase não se apresentam em versões unplugged. Mas este ano a banda comemora 12 anos de estrada com um diferencial de um DVD inédito na versão acústica. Como isso aconteceu?

A Fábrica de Sonhos nos convidou para a realização de um show no formato acústico, e vimos a oportunidade de ter esse registro feito, sendo um local muito bem estruturado da cidade. Quem conhece a Fábrica de Sonhos sabe do que estou falando.

– Em 2004 a MTV censurou um clipe de vocês. Como isso aconteceu? Esse clipe foi o maior Hit de vocês?

Na verdade isso aconteceu em 2012. Seria o terceiro clipe a rodar na MTV. A música fala sobre uma questão muito preocupante na sociedade. “Cocaína, não se deixe levar.. você vai se machucar…” Não entendemos o motivo da censura, afinal não fazemos apologia, muito pelo contrário. Mas os fatos que ocorreram depois nos explicaram por si só. A MTV foi vendida e trocada toda a diretoria. Fomos vítimas de incompetência.

– Vocês tem 2 integrantes ex-abutres (Jhonathan e Sergim)e 1 integrante (colaborador) ex-Mestre das Estradas (Tiago Paganini). Vocês acreditam que ter integrantes que um dia fizeram parte de moto clubes traz um diferencial a mais para a banda no sentido de vivencia estradeira e visão de mundo?

Sem dúvida. Os rapazes tem todo esse pique de ir pra estrada e fazer turnê com a banda. Diversão com responsabilidade, mas acima de tudo, espírito livre. Creio que esse seja o lema de todo motociclista.

– O que é a empresa Santo Bier? Faz parte da banda (risos) ou é apenas um projeto solo comercial de vocês?

O Santo Bier é uma Franqueadora criada por dois integrantes da banda. Nós temos uma franqueadora de Bar Móvel. O bar é montado dentro de uma Kangoo Renault. É sensacional, modéstia a parte.

– Quais os planos da banda daqui pra frente?

Nós queremos pregar nosso rock em todos os cantos e a todos os ouvidos. Se for sonhar, que sonhe grande.

– Muito obrigada pela entrevista. Deixem suas considerações finais.

Eu agradeço o espaço. Agradeço também aos leitores Crossnaveia e aos nossos fãs e familiares que estão sempre conosco. A Mármore está sempre aqui para o que precisarem. Nos adicione no facebook.com/mármore.rock. Abraços! Lucas

As respostas foram realizadas por Lucas. (vocalista e compositor)

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