Arquivo do mês: maio 2011

BAUHAUS

Bauhus é uma escola de artes visuais design, artes plásticas e arquitetura de vanguarda, alem de ser ícone da história do Design, é a primeira escola moderna de Design do mundo.

Por meio dela foram elaboradas as bases do Design, que puderam ser aplicadas nas novas concepções pedagógicas, que acabaram por contribuir muito para a educação estética da época.

Do alemão, o termo bauhaus vem de: haus, “casa” e bauen “para construir”, dessa maneira se conduz o programa da escola a idéia de que o aprendizado e o objetivo da arte ligam-se ao fazer artístico.

Fundada por Walter Gropius em Weimar no ano de1919. aBauhaus nasceu da fusão de duas escolas existentes em Weimar-Alemanha, a Academia de Arte e a Escola de Artes e Ofícios e nasceu em meio a um período conturbado da história da humanidade. Seu funcionamento ocorreu entre 1919 e 1933 na Alemanha.

A Bauhaus de estilo arquitetônico prima pela funcionalidade, custo reduzido e orientação para a produçãoem massa. Oprincipal campo de estudo da Bauhaus era a arquitetura. A maior parte dos trabalhos feitos pelos alunos nas aulas-oficinas foi vendida durante a Segunda Guerra Mundial. Os objetivos principais desta escola era unir artes, artesanato e tecnologia.

O ensino da disciplina de história era considerado desnecessário devido a utilização pela escola dos princípios racionais ao invés de utilizar padrões herdados do passado. O intuito da ruptura com o passado é o de se abrir para as novas idéias das novas tecnologias surgidas pela revolução industrial.

Após o final da Primeira Guerra Mundial criou-se então um novo estilo arquitetônico que refletiu essa nova época, que foi pressentida por Walter Gropius. Ele queria unir os campos da arte e artesanato, constituindo uma criação de produtos altamente funcionais e com atributos artísticos. Walter Gropius dirigiu a escola de1919 a1928, posteriormente foi sucedido por Hannes Meyer e Ludwig Mies van der Rohe.

A Bauhaus durante algum tempo foi subsidiada pela República de Weimar. Em1925 aescola mudou-se para Dessau, após mudanças nos quadros do governo. Foi em Dessau que foi criada a Universidade Bauhaus. Em 1932, ocorreu então mais uma nova mudança, a Bauhaus mudou-se para Berlim.

Por ordem do governo nazista, opositor a Bauhaus durante a década de 20, em1933 aescola foi fechada. Os nazistas a consideravam uma escola de frente comunista, especialmente porque muitos artistas russos trabalhavam ou estudavam ali.

Contudo, a Bauhaus teve impacto fundamental no desenvolvimento das artes e da arquitetura do ocidente europeu, e também dos Estados Unidos da América nas décadas seguintes – para onde se encaminharam muitos artistas exilados pelo regime nazista.

Tendo a arquitetura como o principal campo de estudos da Bauhaus a escola procurou estabelecer planos para a construção de casas populares baratas por parte da República de Weimar. Mas também havia espaço para outras expressões artísticas: a escola publicava uma revista chamada Bauhaus e uma série de livros chamados Bauhausbücher. O diretor de publicações e design era Herbert Bayer.

 

Fases da escola:

 

1ª Fase: EXPRESSIONISTA

1919 à 1927 : Período Weimar

Sob a direção de Walter Gropius

2ª Fase: FORMALISMO CONSTRUTIVISTA

1927 à 1929 : Período Dessau

Sob a direção de Hannes Meyer

3ª Fase: RACIONALISMO RADICAL

1929 à 1933 : Período Berlim

Sob a direção de Mies Van de Rohe

 

 

Bibliografia:

Mais design. Disponível em:

<http://www.maisdesignmoveis.com/designers/bauhaus.php> Acesso em 23/05/2011

Escola de design UEMG. Disponível em:

<http://www.ed.uemg.br/outros/noticia?id=12> Acesso em: 23/05/2011

Ciências humanas. Disponível em:

<http://www.cienciashumanas.com.br/resumo_artigo_3944/artigo_sobre_escola_bauhaus> Acesso em: 23/05/2011

Anúncios

Solucionando a crise (assessoria de imprensa)

Diante do momento de crise, existem algumas ações a serem tomadas. Primeiramente há a necessidade que haja uma nota a imprensa, ou, por conseguinte, a existência de uma coletiva de imprensa, abrangendo diversos meios de comunicação, a fim de realmente especificar realmente o ocorrido para todos os veículos, sem distinção.

A nota para a imprensa deverá conter o posicionamento da empresa sobre o assunto, incluindo as informações essenciais e principais como as causas e conseqüências do que ocorreu. Se o caso ainda não estiver solucionado por completo, será necessário outros posicionamentos ou releases, elaborados nos dias subseqüentes (disponibilizados com hora marcada no site da empresa por exemplo).

A nota para a imprensa deverá ser feita após a primeira reunião do grupo acionado para o comitê de crise, de preferência o mais rápido possível para evitar comentários e especulações errôneas e difamatórias do publico curioso e linguarudo a respeito da empresa. Este comitê deverá conter pessoas de diversos setores, tais como, diretoria, jurídico, operacional, comunicação etc. O porta-voz escolhido anteriormente a crise, será devidamente orientado do procedimento de divulgação das informações a ser seguido.

O porta-voz pode ser o diretor ou um membro do comitê de crise. Ele é uma das peças chave diante da crise. É importante que o porta-voz estabeleça objetivos de providências em curto prazo e que esteja preparado seriamente para atender a imprensa de forma satisfatória. O porta-voz, devidamente preparado e capacitado por treinamento do assessor de imprensa, deverá responder as questões dos jornalistas da coletiva em relação ao contexto da crise; direcionado ao esclarecimento do fato, de modo a minimizar ou evitar prejuízos à imagem da empresa.

Ele deve dizer sempre a verdade sobre o ocorrido, especificar o que aconteceu, a dimensão do público afetado, a estimativa de extensão do problema e se a empresa teve culpa ou não, além de outros aspectos inerentes ao problema. Sobretudo de forma coerente, de maneira que a informação emitida seja a mesma por parte de toda a comissão da crise (inclusive pelo publico interno trabalhador da empresa, de forma padrão), clara e objetiva.

Um dos papéis principais do porta-voz é o de tornar visível o consistente comprometimento da empresa com a opinião pública e com a sociedade. É importante que o porta-voz cite qual será o método e forma na qual ocorrerá o ressarcimento do prejuízo para o cliente prejudicado. No caso da Telefônica pode ser indicado que haja um desconto especifico na próxima conta do cliente a pagar; a fim de estabelecer sempre o bom relacionamento cliente/empresa.

O comitê de crise e a assessoria deverão acompanhar constantemente a evolução da crise na Opinião Pública. Não esquecendo, é claro, da retirada das propagandas em exercício durante um período de tempo determinado pelo comitê.

No pós-crise é indicado que seja elaborado uma pesquisa de imagem em prol de avaliar possíveis prejuízos sofridos a empresa, para que conseqüentemente seja iniciado um trabalho amplo de recuperação da imagem, de forma a revitalizar com sucesso a credibilidade da empresa.

 

Jéssica Cegarra


“Inteligência Emocional”: Importância da linguagem da fisiologia da vitória

A palestra “Inteligência Emocional” realizada no dia 05 de maio na VII Semana Integrada dos cursos de Comunicação, Arquitetura, Educação Artística e Moda da UNIRP, abordou de maneira concisa o Conceito de inteligência emocional (criado em 1995, por Daniel Goleman).

Frederico Dias da Silveira abordou de forma clara duas formas de comportamento em que o ser humano pode se enquadrar. Afirmou que existem os seres Idealizadores (enraizados no campo das idéias) e os Realizadores (proclamam a prática das idéias), de forma que ambos foram constituídos de maneira diretamente ligada a inteligência emocional.

O palestrante enfocou também a importância real que deveria ser dada a linguagem. Na linguagem, por meio das palavras, há a manifestação prática dos pensamentos do ser. Na concepção da inteligência emocional é preciso alterar a fisiologia para mudar o padrão de pensamento. “Quando você muda a comunicação e assume a fisiologia da vitória perpetuada, você escolhe o que vai pensar e assim a vida muda de forma positiva” Explica Frederico.

O foco principal se manteve no fato de que para se fazer mudar a existência é preciso mudar apenas a si mesmo, mudando os pensamentos e palavras de forma positiva, a fim de colher bons resultados: “A simples mudança fisiológica é essencial” afirma Frederico.