Resumo do capítulo 4 do livro “Temas de filosofia”

O capítulo “O que é conhecimento”, do livro Temas de Filosofia, escrito por Aranha e Martins, aborda os diferentes caminhos, para quem sabe, poder chegar às respostas das perguntas fundamentais, que o ser humano possui há muito tempo, são elas: “como saber?” ou “como conhecer?”. Pois “todos de uma maneira ou de outra, têm por objetivo conhecer algum aspecto da realidade a fim de se posicionar frente a ele”. (1998, p.54) As respostas em si são variadas e dependem de fatores diversos.          Para os autores “a história da busca do conhecimento é a própria história da busca da verdade”. (1998, p.54)

O saber acumulado pelo homem através de gerações também pode ser dado o nome de conhecimento, este que, pode ser transmitido como produto da relação sujeito-objeto. O sujeito e o objeto se transformam mediante o novo saber, pois assim o conhecimento então lhe dá sentido. “O verdadeiro conhecimento se dá dentro do processo dialético de ida e vinda do concreto para o abstrato, processo esse que jamais tem fim e que vai revelando o mundo humano na sua riqueza de diversidade”. (1998, p.55)

Por meio do pensamento todo o conhecimento se manifesta, articulando signos, ligando e unindo representações em cadeias. Para Kant, filósofo alemão, na Critica da Razão Pura, o pensamento e linguagem verbal estão diretamente ligados. Assim transcendendo, a palavra vai além da situação concreta do vivido, porque por ser uma abstração podemos emitir julgamentos e elaborar conceitos. Lembrando que também existem linguagens não verbais, elas costumam estar presas ao mundo sensível e expressam pensamentos diferentes, não operam conceitos nem juízos.  

A lógica como um instrumento do pensar trata dos argumentos. “O principal organizador da lógica clássica foi Aristóteles, com sua obra chamada Órganon. Ele divide a lógica em formal e material”. (1998, p.56) A identidade e a não contradição são os fundamentos principais de Aristóteles. “A lógica Aristotélica pressupõem uma concepção estatística de mundo, na qual a realidade é explicada a partir das essências imutáveis e eternas”. (1998, p.57) Para raciocinar logicamente é necessário fazer uso da dedução, da indução e da analogia, neste capitulo, Aranha e Martins explicam com detalhes o significado de cada termo em questão.

“A realidade, encarada como processo e como constante mudança, exige uma nova lógica”. (1998, p. 59) Foi então que no século XIX, o filósofo alemão Hegel desenvolveu uma nova lógica, a lógica dialética, esta que consistia em um novo método para se caçar a verdade, como movimento interno de contradição.  Tal método envolvia a tese, a antítese e a síntese.

Os autores terminam o capitulo com algumas conclusões: “chegar ao conhecimento verdadeiro é uma das preocupações do ser humano desde os tempos mais antigos” e “para se chegar ao conhecimento correto, é necessário usar a lógica como instrumento do pensar”. (1998, p.60)

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