Arquivo do mês: fevereiro 2008

“Creio que para saber de felicidade, não há como as borboletas e as bolhas de sabão, e o que lhes assemelhe entre os homens.” Nietzsche.  

Sublime felicidade 

Para descrevê-la seria preciso fixar o relâmpago.

A humanidade permanece em sua busca quase inalcançável pelo seu “ideal de felicidade”. Esta que desenhando a vida sem borracha, alimenta nossos sonhos, nos faz relaxar e aproveitar as coisas boas da existência.        

O feliz tem ligeireza, voa alto como a águia, enfrentando tempestades, sobretudo chega ao local desejado.        

Nossa sociedade atual fornece padrões, mas numa concepção popular materialista. Sobretudo o homem não é senão o seu projeto, só existe na medida em que se realiza. Quando isso não ocorre frustra-se e murmura diante de qual quer desafio, ferido não acredita em si.        

 Felicidade, uma coisa inexprimível e sem nome, o que constitui a doçura da alma, o que é também fome das entranhas. É derrotar seus inimigos interiores. É a própria realização do ser. Conseqüentemente, dura em demasiada para aqueles que sabem aproveita-la. Está no viver com sabedoria, na seriedade do presente momento, não lamentando o passado e nem se afligindo com o futuro.        

Nietzsche diria que a fórmula da felicidade do ser esta num sim, num não, numa linha reta, numa meta… Sim, sobretudo numa Meta. É tempo de o homem colocar-se uma meta, um instinto para o crescimento. Os homens mais inteligentes, sendo os mais fortes, encontram sua felicidade onde outros encontrariam apenas o desastre. Seu prazer esta na auto superação. Renuncia-se a felicidade e a vida grandiosa quando se renuncia à guerra.        

Enfim, não possuir algumas coisas que desejamos é parte indispensável da felicidade, esta que age como um medicamento sublime, destinado a aliviar nossa melancólica humanidade.        

Felicidade: julgue-a por si mesmo.                      


Olá amiguinhos 😉
venho por meio deste comunicar que em breve estarei postando SEMPRE!!
prometo!

bjinhos :*